domingo, 2 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
Janaina, Otto e mais Otto
Havia ondas na areia"
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Andei, andei, andei pra Luz

quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Vagabundos

domingo, 11 de setembro de 2011
Lira de Lirinha
terça-feira, 30 de agosto de 2011
China - Moto Contínuo

segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Playlist Fundo de Caderno
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Contenteza - Paulo Monarco e a Catrupia
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
domingo, 14 de agosto de 2011
Ida Maria

As minhas descobertas musicais estão sempre muito atreladas ao meu momento emocional. Desse modo “I Eat Boys Like You For Breakfast” me soa como uma frase genial agora. E de fato foi isso o que me fisgou.
Estava perambulando pelo twitter, quando uma luz se acendeu brilhante, num link que tinha como titulo essa sacada genial, cliquei pra saber do que se tratava e cheguei até Ida Maria.
Ida Maria, rebelde, pulsante, ousada, divertida. Ida Maria, tudo o que eu precisava para o momento.
Como o MySpace caiu e o Toque no Brasil ainda é uma plataforma somente nacional, eu fui ao Youtube minha fonte internacional - sempre ali prontinho e recheado de conteúdo, nunca me deixando na mão – e carreguei tudo o que podia sobre a cantora, sem preferindo as músicas de nome mais inusitados, lógico.
Isso foi alimentando meu interesse e conforme a afinidade com as músicas iam surgindo, fui buscando maiores informações. Google God, sempre eficiente nesse momento. Ida Maria, norueguesa, vinte e poucos anos, sofre de sinestesia (as vezes acho que isso deve ser muito legal), guitarrista, irreverente...
Daí até começar a contextualizar suas músicas a partir dos álbuns lançados foi um pulo. O primeiro grande hit “I Like You So Much Better When You’re Naked” apesar da minha predisposição a me apaixonar sempre pelo primeiro álbum, pareceu meio cru, um monte de palavras jogadas em cima de uma melodia desconexa, nada batia.
Mas talvez meu julgamento tenha sido tão cruel com Fortress Round My Heart porque eu ouvi primeiro Katla, e se você baixar os dois álbuns e repetir a experiência – ouvir o segundo antes do primeiro – vai entender o que estou dizendo. Katla, o segundo trabalho da artista é dosado, é um álbum com corpo, com presença, é de uma rebeldia sexy.
Ida é uma cantora coringa, combina com Bárbara Eugênia na minha playlist, mas também combina com Cibelle. Vai bem com as alfinetadas da Lilly Allen e no aleatório a diferença com a Nina Becker nem é gritante. Vale a pena pelo menos em dias que a gente precise dizer, Como caras como você no meu café da manhã.
domingo, 24 de julho de 2011
Afinal, o que querem as mulheres?

Não que a postagem tenha muito a ver com o seriado da rede Globo, apenas a raiz do pensamento é a mesma. Afinal, o que querem as mulheres?
Analisando numa perspectiva ampla, as mulheres querem muitas coisas... Mas o que elas querem dos homens? O motivo que me levou a refletir sobre isso foi algumas músicas que vão além de canções de amor e fazem um estudo exclusivo do papel masculino.
Homens de verdade são sensíveis ou machões?
Amy Winehouse diz - dizia? - “You should be stronger than me” (você deveria ser mais forte que eu) numa música que reclama do que atualmente consideramos o tipo ideal de homem, dedicado e cuidadoso, carinho ao extremo, a letra ainda vai mais além com frases provocativas como "Don't you know you supposed to be the man?" (Você não sabe que deveria se ro homem?) ou... "I'm not gonna meet your mother anytime" (Não vou conhecer sua mãe hora nenhuma). Tudo isso para defender o tipo machão, que não perde tempo com bobagens sentimentais.
De forma enfática, mas divertida Katy Perry também se mostra revoltada com os trejeitos efeminados do seu parceiro. Ainda mais direta e ousada a cantora declara enfática “ur so gay that you dont even like boys”. Numa descrição do ‘jovem moderno’ e seus cuidados excessivos com a imagem. Quando as críticas caem nesse campo é impossível não questionar a sexualidade do homem em questão, sempre acusando ou se perguntando: 'Será que ele é gay?'
Por outro lado Lulina, mesmo com sua delicadeza infinita idealiza em Meu príncipe um homem que inverta os papéis com sua parceira, "arruma toda a casa, prepara minha comida enquanto eu tô no botequim". Um exímio exemplar doméstico com todas as características vista pela nossa sociedade como femininas.
Cibelle se junta ao time das menininhas ‘pra frente’ com seus garotos moderninhos buscando um exemplar direto de marte, que use roupas legais e ofereça uma bebida. Será que os homens interessantes só existem em Marte agora? A gentileza masculina está evaporando mais rápido que a água?
E chega dessa eterna covardia amorosa.
sábado, 23 de julho de 2011
Dead a hundred times

segunda-feira, 18 de julho de 2011
Deus e o Diabo no Liquidificador - Cérebro Eletrônico

Enérgico. Rompante. Aéreo.
Bater Deus e o Diabo no Liquidificador rende uma combinação gostosa e contemporânea. Onze estágios sublimes com experimentações psicodélicas, cotidianas, analíticas, desordeiras e estonteantes.
É de perder a decência.
A mistura que mais parece um coquetel de substâncias psicoativas é o terceiro álbum dos @cerebrais. Um pseudo estudo dessa classe urbanóide, dos dramas da ressaca – moral também conta – ou da cara limpa mesmo e dos amores, por que não? Também há espaço para o amor nessa loucura de vida. Para o melhor dos amores.
Porque “eu só saio dessa cama quando você me disser decidida que me ama” não é pouca coisa.
Mas as faixas vão além da construção mirabolante/extraordinária das letras, uma explosão de estilos musicais aparecem ligados numa 220V. Circuito ou veias? O que guia essa experimentação tem uma pegada muito forte, é o jeitinho próprio, que no Pareço Moderno já é decisivo, é essa indução ao ultra-contemporâneo. Esse carnaval desestabelecido.
É pra sair, se jogar no iê iê iê, no bafafá...
Mas se não parece satisfatório experimente a cereja do bolo, Hélio Flanders do Vanguart embala uma das canções mais fiéis a minha teoria a respeito do álbum. A Garota Estereótipo, esses pequenos seres clichês que povoam a terra. A terra e a imaginação da maioria dos artistas, meio Alcalina (uma menina fatal...), meio Matriz (menina singular...), mas com um toque de deboche e até delicadeza que só um Cérebro Eletrônico é capaz de produzir.
Resultado final: todobom! Um álbum gostoso que dá vontade de continuar escutando, repetindo e relembrando os outros trabalhos da banda. Nada melhor que saber que vai poder encontrar mais de alguma coisa que você goste muito. Bom que esteja tudo ambientado numa atmosfera parecida, mas que não deixe a sensação de mais do mesmo. Cérebro é assim. Os dados estão Lançados.
sábado, 21 de maio de 2011
13 Melhores títulos de álbuns da música contemporânea-alternativa-nacional












sexta-feira, 20 de maio de 2011
Entre Amigos

Eu já até falei sobre isso por aqui antes, os artistas e seus projetos paralelos. O curioso é que dentro desse universo existe uma serie de infinitas combinações que podem gerar resultados múltiplos e inusitados.
Como exemplo dessa pluralidade a trupe de Devendra Banhart, Rodrigo Amarante e Fabrizio Moretti contabiliza pelo menos seis projetos. É claro que contabilizando os outros artistas envolvidos o número de bandas aumenta consideravelmente, mas creio que esses três - seis? - já geram informação suficiente.
Amarante original do grupo Los Hermanos aproveitou a parada da banda para respirar novos ares e se instalar fora do Brasil. Já nos Estados Unidos participou do álbum Smokey Rolls Down Thunder Canyon do Devendra Banhart gravando a faixa Rose e não demorou muito para se juntar a Fabrizio e sua namorada Binki Shapiro formando o Little Joy.

Fab que é baterista da banda The Strokes que 'na época' também estava meio de recesso meio em rumores de volta embarcou em outros projetos paralelos ao LJ como o mais que experimental Megapuss em conjunto com Devendra Banhart e Gregory Rogove - da banda Prietsbird. A dupla Dev e Greg ainda volta a se juntar a Amarante e outros músicos para formar o conjunto Devendra & the Grogs.

Em seus projetos originais os três artistas apesar de terem estilos muito diferentes aqui no Brasil conquistaram um público bem parecido - analisando por níveis não há um fã de Devendra que não conheça The Strokes que por sua vez compartilha seus fãs com a banda carioca Los Hermanos que é uma espécie de marco dessa cena toda.
A tendência é que essa diversidade toda agrade, algumas a mais gente, outras refinem seu público pela nível de 'excentricidade', mas são todas passíveis de atenção porque mesmo que não virem grandes hits são manifestações contemporâneas muito expressivas ou simplesmente interações divertidas.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Tono Tono!

A banda carioca foi uma das melhores descobertas que eu fiz no Melodybox. Tono tem uma sonoridade gostosa e muito marcante, mesmo suave uma ‘aura’ paira sobre as músicas atribuindo uma identidade que mesmo quando mesclada com outros ritmos se impõe. O segundo álbum da banda merece toda a atenção, lançado em 2010 o disco homônimo ao grupo consegue a proeza de ser todo bom, faixa a faixa.

Não Consigo é a primeira faixa, um bolero envolvente que casa o ritmo ousado com a expressão suave da voz da cantora e é uma das faixas mais características desse trabalho. Destaque para o refrão que consegue desenhar na melodia o que a letra diz.
Segue com Me sara é onde se revela mais uma característica da banda. A presença de dois vocalistas e de gêneros distintos contribui para sustentar a atmosfera de cada canção e contrapor de forma suingada a delicadeza de Claudia e a enérgica – ainda que macia – voz de Rafael.
Sem falsas esperanças tem um balanço gostoso na marcação forte da percussão e seus solos admiráveis de flauta (palavra de semi anti-flautista) e sugere um ritmo gostoso que a continua em Corte no pé, quarta faixa do álbum. Uma explosão de sons que acompanham a letra simples e resulta numa música de grande potencial.
O ritmo todo desacelera na quinta faixa, a única em inglês do disco. O balançar da melodia vai te carregando até te deixar realmente ‘So In’.
Uma vez escutando Aquele Cara na sede do Coletivo a Ana (@anississima) disse ou twittou que eu estava escutando um “arrocha alternativo”. Realmente o ritmo baiano lembra ao longe – e com muito menos ‘requinte’ – será?
"É um afoxé, uma espécie de Macumba" é o que Bem Gil diz sobre a faixa, Ele me Lê é um abre alas – e abre caminhos - das apresentações ao vivo da banda. O ritmo e a repetição dos versos realmente devem funcionar pelo menos pra embalar o público. Oxalá!
Se na faixa anterior os versos eram poucos agora não existem, Mariposa é a única instrumental e seu coro de vozes funciona como outro instrumento melódico. Na minha experiência de audição funciona bem para alinhar meu espírito com a paz que segue no amor de Da Terra pro Sol o dueto delicado que é a canção mais bonita do álbum.
O ritmo contagiante de Sem Falsas Esperanças e Corte no Pé está presente na levada de Distante Demais que conta com um tempero apimentado que dá a presença especial do trombone deixando no ar um pouco do que é de ‘sangue latino’.
O Samba do Blackberry é uma experiência beirando ao indescritível, a letra inusitada e o ritmo quase que inventado é um samba hi-tech que tabém tem seu momento ‘Tono’ com a interferência vocal de Claudia. Sem dúsiva leva o título de faixa delícia.
Fechando essa gama de sons variados e tão expressivos Nega Música é suave, lenta, mas não é morta e surpreende numa saída sintetizada que casa com uma re-execução do álbum.
Destaques:
Me Sara conta com um clipe pra lá de divertido e ainda tem uma versão ‘proibidona’ no melhor estilo todo mundo nu que é melhor ainda, vale conferir.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Bárbara Eugênia - Journal de BAD

domingo, 15 de maio de 2011
Verdade Tropical



domingo, 8 de maio de 2011
Só serve pra dançar

terça-feira, 5 de abril de 2011
Vera Egito




espalhadas pelo ar from vera egito on Vimeo.
elo from vera egito on Vimeo.






