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| Devendra Banhart |
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Desvendra
domingo, 28 de agosto de 2011
Miranda July

Miranda July: The Future on Nowness.com.
E se você além de distraíd@ é assim como eu "do amor" vai adorar Learning to Love You More eu prometo realizar pelo menos 7 dos 70 pontos e postar aqui. Se alguém quiser me acompanhar o pior é que pode acontecer é você aprender a se amar mais.
Se você quer passar por uma experiência diferente, que tal visitar O Corredor?The Hallway from The Hallway on Vimeo.

Além de filmes, exposições, fotografias e tudo o mais Miranda também faz esculturas, no projeto Eleven Heavy Things (onze coisas pesadas) ela flerta com essa possibilidade de interação das peças com as pessoas.
Muitas fotos do projeto eu vi no Don't Touch My Moleskine que tem um acervo muito bom principalmente quando se trata de July.
Para saber mais: mirandajuly.com
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Entre Amigos

Eu já até falei sobre isso por aqui antes, os artistas e seus projetos paralelos. O curioso é que dentro desse universo existe uma serie de infinitas combinações que podem gerar resultados múltiplos e inusitados.
Como exemplo dessa pluralidade a trupe de Devendra Banhart, Rodrigo Amarante e Fabrizio Moretti contabiliza pelo menos seis projetos. É claro que contabilizando os outros artistas envolvidos o número de bandas aumenta consideravelmente, mas creio que esses três - seis? - já geram informação suficiente.
Amarante original do grupo Los Hermanos aproveitou a parada da banda para respirar novos ares e se instalar fora do Brasil. Já nos Estados Unidos participou do álbum Smokey Rolls Down Thunder Canyon do Devendra Banhart gravando a faixa Rose e não demorou muito para se juntar a Fabrizio e sua namorada Binki Shapiro formando o Little Joy.

Fab que é baterista da banda The Strokes que 'na época' também estava meio de recesso meio em rumores de volta embarcou em outros projetos paralelos ao LJ como o mais que experimental Megapuss em conjunto com Devendra Banhart e Gregory Rogove - da banda Prietsbird. A dupla Dev e Greg ainda volta a se juntar a Amarante e outros músicos para formar o conjunto Devendra & the Grogs.

Em seus projetos originais os três artistas apesar de terem estilos muito diferentes aqui no Brasil conquistaram um público bem parecido - analisando por níveis não há um fã de Devendra que não conheça The Strokes que por sua vez compartilha seus fãs com a banda carioca Los Hermanos que é uma espécie de marco dessa cena toda.
A tendência é que essa diversidade toda agrade, algumas a mais gente, outras refinem seu público pela nível de 'excentricidade', mas são todas passíveis de atenção porque mesmo que não virem grandes hits são manifestações contemporâneas muito expressivas ou simplesmente interações divertidas.
domingo, 15 de maio de 2011
Verdade Tropical



quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Cores de Almodóvar

Filme:Volver
Gênero: Drama
Ano de lançamento:2006
Direção e Roteiro: Pedro Almodóvar
Se não tivesse se decidido pelo Cinema, Almodóvar teria sido muito bem acolhido no mundo das artes plásticas, seus filmes têm as características visuais tão marcantes como num quadro. Reconhece-se uma película desse renomado espanhol antes mesmo do acesso a sua ficha técnica como uma tela de Tarcila do Amaral. Cores fortes e formas harmoniosamente dispostas são responsáveis por envolver as personagens numa atmosfera provocante, perturbadora e envolvente. A existência dessa terceira presença nas suas obras confere ao cineasta um poder místico de se fazer de palco para sua própria invenção.
Em Volver Raimunda (Penélope Cruz) é uma jovem trabalhadora que sustenta um marido desempregado e uma filha adolescente. Essa mulher vê sua vida mudar no dia em que encontra seu marido morto no chão da cozinha e para piorar sua filha confessa ter assassinado o pai já que o mesmo tentara abusar sexualmente dela.
A protagonista está desamparada e com um grande problema, mas ainda sim em assume a responsabilidade e resolve se livrar do corpo, nesse momento outros acontecimentos cruzam essa história complicando ainda mais. Sole (Lola Dueñas), sua irmã mais velha, liga para lhe contar da morte da sua tia Paula (Yohana Cobo), mas Raimunda não pode ao menos comparecer ao enterro.
A ida de Sole sozinha traz o terceiro elemento dessa história, a mãe das duas que todos julgavam estar morta. Com todas essas arestas que vem a tona na vida dessas mulheres, elas entram em contato com velhos nós do passado que se desatarão aos poucos.
O filme é forte e chega a ser quase surreal, vida e morte convivem no mesmo povoado onde também a loucura faz seus passeios e assim como nossas vidas, chega até a flertar com a comédia ou com a leveza do cotidiano, mas tudo sem escapar do tempero forte e dramático que arremata.
Volver também herda outro traço inconfundível de seu criador, a tradução da alma feminina e todo o seu poder de encantamento e sedução, o foco na força feminina que se apoia na sensualidade faz da mulher uma navalha, verdadeira senhora do destino tanto que no filme a presença masculina é minimizada sem maiores danos, assim recheada de dons especiais se concretiza a trama atroz e marcante numa velocidade estonteante.
domingo, 21 de junho de 2009
Andy, Andy, Andy

Não há como falar em arte sem citar Andy Warhol.

