segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Contenteza - Paulo Monarco e a Catrupia

Durante essa semana, nos dias que seguiram depois ao show de Paulo Monarco que aconteceu na quarta, eu fiquei com essa música na cabeça, martelando... E foi aí que até o youtube me traiu, porque não tinha como encontrar nada na rede.

Ontem no Festival de Inverno enquanto matávamos o tempo - na vontade absurda de matar Victor e Leo - eu comentei com Isa (a baixista) o quanto a agonia de não ter a música ainda estava me consumindo.

Foi aí que ela me iluminou e falou que já estava no portal e hoje uma das primeiras coisas que fiz quando acordei - ou melhor recobrei a consciência - foi procurar. Bom que Paulo já explicou tudinho aí nos primeiros segundos e no mais o que eu preciso dizer é: a gente é que agradece, man.

Agradecemos pelo show lindo, pelo misto de emoções que foi a noite, pela delícia de som e especialmente pela música, por essa parceria maravilhosa, entre duas pessoas maravilhosas.

Ah, eu particularmente agradeço a quem gravou esse vídeo.


domingo, 14 de agosto de 2011

Ida Maria

As minhas descobertas musicais estão sempre muito atreladas ao meu momento emocional. Desse modo “I Eat Boys Like You For Breakfast” me soa como uma frase genial agora. E de fato foi isso o que me fisgou.

Estava perambulando pelo twitter, quando uma luz se acendeu brilhante, num link que tinha como titulo essa sacada genial, cliquei pra saber do que se tratava e cheguei até Ida Maria.

Ida Maria, rebelde, pulsante, ousada, divertida. Ida Maria, tudo o que eu precisava para o momento.

Como o MySpace caiu e o Toque no Brasil ainda é uma plataforma somente nacional, eu fui ao Youtube minha fonte internacional - sempre ali prontinho e recheado de conteúdo, nunca me deixando na mão – e carreguei tudo o que podia sobre a cantora, sem preferindo as músicas de nome mais inusitados, lógico.

Isso foi alimentando meu interesse e conforme a afinidade com as músicas iam surgindo, fui buscando maiores informações. Google God, sempre eficiente nesse momento. Ida Maria, norueguesa, vinte e poucos anos, sofre de sinestesia (as vezes acho que isso deve ser muito legal), guitarrista, irreverente...

Daí até começar a contextualizar suas músicas a partir dos álbuns lançados foi um pulo. O primeiro grande hit “I Like You So Much Better When You’re Naked” apesar da minha predisposição a me apaixonar sempre pelo primeiro álbum, pareceu meio cru, um monte de palavras jogadas em cima de uma melodia desconexa, nada batia.

Mas talvez meu julgamento tenha sido tão cruel com Fortress Round My Heart porque eu ouvi primeiro Katla, e se você baixar os dois álbuns e repetir a experiência – ouvir o segundo antes do primeiro – vai entender o que estou dizendo. Katla, o segundo trabalho da artista é dosado, é um álbum com corpo, com presença, é de uma rebeldia sexy.

Ida é uma cantora coringa, combina com Bárbara Eugênia na minha playlist, mas também combina com Cibelle. Vai bem com as alfinetadas da Lilly Allen e no aleatório a diferença com a Nina Becker nem é gritante. Vale a pena pelo menos em dias que a gente precise dizer, Como caras como você no meu café da manhã.








sábado, 13 de agosto de 2011

Pausa para outras atualizações

Fui pra São Paulo atrapalhada, passei lá alguns dias atrapalhados, mas tudo foi clareando de alguma forma aos poucos. Queria muito ter paciência e memória para desenvolver um relato sobre os dias, mas não há.


Posso dizer que voltei de lá com alguma coisa a mais na bagagem. Ou a menos. Deixei uma grande parcela do meu discurso de não sei viver nesse mundo moderno e até confesso que ele parece bem estúpido agora.

Voltei com novas experiências deliciosas. Com novos momentos especiais para se somar ou substituir alguns outros. Talvez eu tenha encontrado naquela cidade mais um lugar no mundo mesmo quando estava muito perdida.

Ou talvez tenha sido um ponto isolado. Talvez mesmo depois de tudo eu continue sendo esse Eclipse Oculto.
[in]felizmente.